Abril Ainda

                  Abril Ainda

Cinco crónicas sobre liberdade, democracia, palavra pública e o país que Abril continua a exigir


Legenda da imagem — Uma passagem entre a sombra e a luz: imagem de um Abril que não ficou encerrado na memória, mas continua a abrir caminho na liberdade, na palavra e na vida democrática.

Ambiente sonoro do ciclo

Eurico Carrapatoso — Dize Sim

Para acompanhar Abril Ainda, escolhe-se Dize Sim, de Eurico Carrapatoso. A peça cria uma atmosfera de intensidade contida, gravidade e respiração interior que dialoga com o espírito destas crónicas. Mais do que ilustrar Abril, acompanha-o como permanência: na memória, na consciência e na exigência de continuar a dizer sim à liberdade, à dignidade e à vida democrática.

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Sobre o ciclo

O 25 de Abril permanece como uma das datas decisivas da história portuguesa contemporânea. Não apenas pelo que tornou possível em 1974, mas pelo modo como continua a interpelar o presente.

Abril Ainda reúne cinco crónicas escritas em torno de algumas das questões que o legado de Abril continua a colocar ao nosso tempo: a liberdade como responsabilidade, a palavra sem medo, a democracia como prática exigente, a igualdade ainda por cumprir e a necessidade de defender a memória histórica contra a erosão, o cinismo e a reescrita complacente do passado.

Mais do que evocar Abril como ritual ou comemoração, este conjunto de textos procura pensá-lo como exigência viva. Não como património pacificado, mas como critério de leitura do presente e medida daquilo que ainda precisamos de defender, aprofundar e merecer.

Nesta página reunirei, em sequência, todas as crónicas da série.

Crónicas da série

© Manuela Ralha, 2026



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